30 de agosto de 2016

Ressurge Coré, no corpo de Perséfone,
sai do infinito do seu submundo
retorna que é tempo de florir o desejo.
Renasce, retoma o campo do seu corpo e dos seus pensamentos
Setembrou minh´alma, já foi dada a permissão
Ora, seu Moço
você já pode Primaverar o meu coração...

14 de abril de 2016

Eu pedi a conta seu moço, reclamei da minha falta de tempo e dos poucos abraços, eu não via na via onde eu caminhava nem aperto e nem espaço, não sei se variei das moléstias do coração, dessas febres da paixão, ainda não sei se foi a tempestade da cidade que ventou a solidão, teve uma hora que nada mais restou, ecoou minhas lembranças lá pras bandas da saudade e ficou, eu só virei as costas e deixei, nem sei o que restou...

Ora, seu moço, não fique com pena não, eu paguei a conta, não devo mais nada para aqueles lados e já ando arrumando por aqui mesmo os meus novos pecados...